Este blog é um veículo de comunicação vinculado ao Núcleo de Produção Científica da Funesa / NPC-Funesa.
Aracaju - Sergipe, Brasil
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quarta-feira, 8 de junho de 2016

UFS e Funesa realizam mais uma parceria para Especialização em Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.

A Universidade Federal de Sergipe (UFS) em parceria com a Fundação Estadual de Saúde (Funesa), divulgam mais um Edital para o Processo de Seleção Simplificada de candidatos à discentes para o curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde. A Pós-Graduação, é exclusiva para os trabalhadores com vínculo efetivo no Sistema Único de Saúde (SUS) de Sergipe que têm à disposição mais uma oportunidade de ampliar e qualificar a sua formação profissional e com isso melhorar sua atuação no SUS.

Está disponível a segunda turma do curso de Especialização em Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, resultante da conjugação de esforços do Ministério da Saúde, através da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), Secretaria de Estado da Saúde (SES), Conselho dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems), Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Segundo informações do professor Francisco Santana, especialista em Políticas Públicas e integrante da Coordenação de Pós-Graduação (COPGR), da Funesa, A primeira turma do curso foi realizada entre os anos 2010 e 2011 e vinte e cinco (25) especialistas em gestão do trabalho e da educação na saúde foram disponibilizados a municípios do Estado, proporcionando alguma condição de contribuição para a organização dessas áreas dentro das secretarias de saúde. As inscrições acontecem no período de 03 a 17 de junho do corrente ano.

“Para essa turma serão disponibilizadas 35 vagas e o público alvo são trabalhadores graduados, portadores de diploma reconhecido pelo Ministério da Educação, e que sejam servidores públicos efetivos em nível municipal, estadual ou federal e atuem no segmento da gestão do trabalho e/ou da educação em saúde. Mais informações são obtidas acessando o edital. O e-mail pos.graduacao@funesa.se.gov.br também pode ser acionado para esclarecer duvidas”, reforça professor Francisco.

As vagas para a Pós-Graduação serão distribuídas para servidores públicos com vínculos efetivos em municípios integrantes das Regionais de Aracaju, Estância, Nossa Senhora da Glória, Itabaiana, Lagarto, Propriá, Nossa Senhora do Socorro; além de servidores lotados na Secretaria de Estado da Saúde (SES), Fundações Estatais e Universidade Federal de Sergipe(UFS).

FUNESA- A Coordenação de Pós-Graduação (COPGR), integra o componente “Educacional” do programa de ações da Fundação Estadual de Saúde (FUNESA )e tem a missão de produzir serviços educacionais em nível de Pós-Graduação Lato Sensu e Stricto Sensu, com eficiência e qualidade, contribuindo para a transformação e humanização das práticas de saúde no Estado de Sergipe. Dessa forma, é proposição da COPGR contribuir para que a FUNESA seja reconhecida como instituição de referência no Estado de Sergipe, no âmbito da formação profissional em nível de pós-graduação. Para isso atua articulando instituições de ensino superior (IES), serviços e sociedade civil, com o intuito de proporcionar cursos de pós-graduação aos trabalhadores de nível superior atuantes no SUS de Sergipe com o objetivo de desenvolver e aprofundar a formação profissional conduzindo-os a obtenção do grau acadêmico Lato Sensu.

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Por Kitéria Cordeiro
Ascom/Funesa

terça-feira, 7 de junho de 2016

Não dê folga para o mosquito da Dengue!


quarta-feira, 4 de maio de 2016

ABRASCO de azul pelo SUS.

O SUS não é mercadoria, o SUS não é cachorro morto. Estamos de azul porque somos pelos usuários e fazemos deles a nossa missão.

Azul é a principal cor no logotipo do SUS. Por isso, pelo Sistema Único de Saúde, a Abrasco se veste de azul. O movimento sanitário tem sido um movimento autônomo, procurando escapar ao controle do complexo médico industrial, do Estado, dos governantes e de partidos políticos. Vários analistas demonstraram, contudo, que todo esse esforço resultou em uma ‘reforma incompleta’.

Cumpre à Abrasco prosseguir com essa luta histórica. A atuação da Abrasco tem se centrado na defesa das políticas públicas, da justiça social e da democracia. Na produção de conhecimento e de práticas em prol do direito à saúde, dos direitos humanos, sempre a partir de uma racionalidade centrada na defesa do ser humano e do planeta. Indicando, ainda, maneiras concretas – políticas, instituições, leis, práticas sociais – para que estes valores e princípios possam se realizar no contemporâneo, especificamente no Brasil e entre os distintos grupos sociais.

O Brasil está hoje diante de ameaças concretas à saúde da população, aos profissionais de saúde e à sustentabilidade da proteção social garantida
pelo SUS desde sua criação em 1988. Apesar das inúmeras evidências demostrando que o sistema que defendemos, solidário e universal, é mais eficiente que o mercantil privado, assiste-se uma reorganização das políticas e práticas em benefício de interesses econômicos particulares.

Exigimos a mudança de orientação da política econômica do governo federal, recusando as políticas de ajuste que comprometem as condições de vida e a saúde dos trabalhadores e da população brasileira. Também com veemência, nos manifestamos em defesa da legalidade democrática, contra qualquer ameaça à ordem constitucional.

Resistimos à lógica privatista e reafirmamos o direito à saúde como dever do Estado; exigir a extinção da DRU (Desvinculação de Receitas da União), a recomposição do orçamento do Ministério da Saúde, o fim dos subsídios públicos aos planos privados, a fixação de profissionais de saúde em todas as regiões do país e o investimento tripartite na consolidação das redes regionais de saúde.

O SUS não é mercadoria, o SUS não é cachorro morto. Estamos de azul porque somos pelos usuários e fazemos deles a nossa missão.

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Sobre a DRU;

A Desvinculação de Receitas da União (DRU) é um mecanismo que permite ao governo federal usar livremente 20% de todos os tributos federais vinculados por lei a fundos ou despesas. A principal fonte de recursos da DRU são as contribuições sociais, que respondem a cerca de 90% do montante desvinculado.

Criada em 1994 com o nome de Fundo Social de Emergência (FSE), essa desvinculação foi instituída para estabilizar a economia logo após o Plano Real. No ano 2000, o nome foi trocado para Desvinculação de Receitas da União.

Na prática, permite que o governo aplique os recursos destinados a áreas como educação, saúde e previdência social em qualquer despesa considerada prioritária e na formação de superávit primário. A DRU também possibilita o manejo de recursos para o pagamento de juros da dívida pública.

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